Padrinhos dos gêmeos

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Nunca fui muito ligada nessa história de padrinhos, talvez porque os meus não foram muito presentes na minha vida.

Quando os bebês nasceram ficou aquela “pendência” da escolha dos padrinhos.

Sou filha única, mas tenho uma prima que é minha irmã de coração, então decidi logo de cara que ela seria a madrinha. Mas são 2 bebês? Ela seria dos 2? Como funciona isso? Já não entendia nada de padrinhos, por isso não sabia no caso de gêmeos se o normal era ter 1 ou 2 padrinhos e madrinhas.

Então decidi escolher 2 casais de padrinhos, mas que os 2 não fizessem diferença do seu “apadrinhado” e que sempre tratasse os 2 iguais, então seriam 2 padrinhos e 2 madrinha para cada um deles rsrsrsrs. A confusão.

Minha decisão era ser alguém da família, assim não magoaria nenhuma amiga próxima, pois tenho várias e todas ciumentas 😉

Mas essa decisão ficou para mais tarde, afinal com 2 bebês em casa alguém consegue pensar? Não.

O tempo foi passando e eu fui deixando essa coisa de padrinhos pra depois.

Quase 1 ano depois percebi que existiam pessoas perto de mim e dos bebês que não se importavam muito,  não ligavam, não ajudavam, estavam sempre ocupados, enquanto outros estavam sempre ao meu lado, sempre ligando, ajudando e muito amorosas com os bebês. Então, decidi que essas pessoas deveriam ter o carinho da nossa parte também. Chamamos um casal de amigos para fazer parte da nossa família.

Minha prima e o marido são padrinhos da Melissa e o casal de amigos padrinhos do Theo. Mas na verdade os 2 casais são padrinhos dos 2. Levou presentinho para um? Então leva para o outro. Ligou para falar com um, precisa falar com o outro 😉

Eles também tem uma madrinha de coração, sem ela, eles não existiriam. FATO. (essa amiga apresentou o marido e anos depois o médico que fiz o tratamento, ou seja, madrinha por direito hahaha)

Não sei se gêmeos precisariam ter os mesmos padrinhos, ou como são as regras religiosas e culturais para padrinhos, nunca entendi nada sobre o assunto, não sou católica e confesso que nunca achei isso importante.

Mas hoje consigo dar valor para esse “parentesco” e entendo a necessidade de se ter alguém especial assim por perto.

Gosto que eles tenham muitos tios e tias legais de sangue ou não, mas quero que eles tenham os padrinhos como pessoas realmente próximas que os ame muito e que estejam com eles nos momentos especiais da vida deles.

Depois de ser mãe, percebi que as pessoas estão perdendo muito com a correria do dia a dia e se afastando das pessoas e de algumas relações que parecem se perder no tempo.

Quero que meus filhos tenham esse contato maior com os padrinhos, que saibam por que eu os escolhi e saibam que podem contar com essas pessoas em qualquer momento da vida deles. Pois é….a maternidade me deixou careta mudou alguns pontos de vista.

😉

*Pra quem não está familiarizado com o mundo infantil, a imagem acima é do desenho “Padrinhos Mágicos” hahahahaha

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